Governador participa de posse da nova cúpula do Tribunal de Contas

O governador Paulo Hartung participou, na manhã desta terça-feira (05), da Sessão Especial que empossou o novo corpo diretivo do Tribunal de Contas do Estado (TCE-ES). A solenidade ocorreu no Auditório da Corte e contou com a presença de representantes dos Poderes Legislativo, Judiciário, Executivos Estadual e Municipal, além de convidados. A nova diretoria foi eleita por unanimidade no último dia 30 de novembro.

Foram empossados o presidente, conselheiro Sérgio Aboudib; o vice-presidente, conselheiro Domingos Taufner; o ouvidor, conselheiro Carlos Ranna; e o corregedor, conselheiro Rodrigo Chamoun. O novo corpo diretivo entra em exercício a partir de 1º de janeiro de 2018.

O governador Paulo Hartung destacou o trabalho feito pelo Tribunal de Contas na confecção de um planejamento estratégico para que estabelece as diretrizes de gestão da Corte. Hartung destacou a importância do TC seguir no processo de modernização da instituição. “Parabéns pelo planejamento e produtos que irão avolumando e qualificando a atuação desta instituição de controle. Espero que neste próximo biênio esta instituição não tenha medo em ousar e sair do quadradinho, que é tudo que precisamos no Espírito Santo e no Brasil”, destacou.

O presidente reeleito, Sérgio Aboudib, aproveitou seu discurso para agradecer e realizar uma prestação de contas do que foi feito nos dois anos do primeiro mandato. “Ninguém faz nada sozinho. Tive apoio incondicional do Pleno, do Ministério Público de Contas e dos servidores. Quero agradecer a todos que me apoiaram, que ousaram e que toparam fazer diferente”, disse.

Segundo Aboudib, ”o Estado Brasileiro tem que provar a necessidade de sua existência enquanto instituição pública. Nesse sentido, a construção de ferramentas como o Painel de Controle e o sistema CidadES nos comprova que estamos no caminho certo”. O presidente do TCE-ES acrescentou também que “a aprovação de resoluções pelo Tribunal que definiu prazos e metas de julgamento, dando celeridade, segurança e transparência aos atos do Pleno, possibilitando um salto no índice de julgamentos de processos de 35% para 78%”.

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